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Fascite plantar: saiba como tratar


A Fascite Plantar ou Fasceíte Plantar é uma inflamação da fáscia plantar, que é uma estrutura que recobre a planta do pé, dos dedos ao osso do calcanhar. Seu pico de incidência ocorre entre os 40 e 60 anos de idade sendo unilateral, a maioria dos casos.

Sintomas 

  • Dores agudas no calcanhar ou sensação de “pontada”
  • Edema (“inchaço”) do calcanhar e do tornozelo
  • Após um longo período em pé ou nas primeiras pisadas ao acordar, pode-se sentir maiores tensões

Causas e fatores de risco para o desenvolvimento da doença:

  • Obesidade: índice de massa corporal (IMC) maior que 30;
  • Prática de atividade desportiva em carga (correr, saltar,dançar);
  • Longos períodos de tempo em pé
  • Pés excessivamente planos ou cavos, sendo os pés planos (arco plantar mais baixo) e os cavos (arco plantar mais alto) que alteram a distribuição da carga sobre a fáscia plantar;
  • Idade;
  • Encurtamento da musculatura intrínseca do pé;
  • Doenças inflamatórias sistêmicas.

Diagnóstico

O diagnóstico de fascite plantar é feito pelo ortopedista com base no histórico de saúde do indivíduo, necessitando em alguns casos a realização de exames ou meios auxiliares, como:

Radiografia (RX) do pé: Pode ser útil para confirmar o diagnóstico.
Cintigrafia óssea – Auxilia a quantificar a inflamação. Pode ser realizada para excluir outras patologias, como: fratura de estresse do calcâneo;
Estudo analítico: Útil para excluir outras patologias, como: artrite inflamatória, infecção, etc.
Ressonância magnética (RMN): Apesar de raramente ser usada no diagnóstico, esse exame pode ser importante para excluir outras patologias, como: fratura de estresse do calcâneo.
Eletromiografia: Utilizada para excluir compressões nervosas.

Deve-se também levar em consideração as seguintes patologias:

  • Atrofia da gordura calcaneana
  • Neuropatia de Baxter (compressão do primeiro ramo nervo plantar lateral);
  • Fratura de stress calcâneo;
  • Síndrome do túnel társico;
  • Disfunção tendão tibial posterior.

Tratamento

  • Uso de palmilha ortopédica em silicone ou outro material indicado pelo médico ortopedista para a melhor distribuição de peso do corpo
  • Repouso
  • Limitação da atividade física
  • Fisioterapia para promover o alongamento
  • “Bota walker”
  • Uso de medicamentos anti inflamatórios

Prevenção

Adotar algumas medidas no dia a dia ajudam a prevenir que a fascite plantar se manifeste, como:
  • Alongar o corpo antes e depois de realizar atividades físicas;
  • Evite ganho do peso rápido: a obesidade representa uma sobrecarga extra para as estruturas do pé;
  • Use calçados que possuam o amortecimento necessário para absorção do impacto e garantam o apoio adequado.
  • No dia a dia, prefira sapatos com saltos mais baixos, que não estejam largos nem apertados e que não tenham a sola muito fina ou muito gasta.
Agora que você já sabe mais sobre a Fascite Plantar, marque já sua consulta com um de nossos ortopedistas e lembre-se, vá de máscara!





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