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Quando uma pinta pode se tornar preocupante?


As pintas são compostas de aglomerações de melanócitos, células que produzem melanina e que se formam na camada que fica abaixo da epiderme.

Elas surgem geralmente na infância, porém também podem surgir na vida adulta pela exposição excessiva ao Sol.

Como identificar pintas malignas

Apenas um profissional especializado é capaz de identificar pintas como malignas, no entanto é importante possuir um autoconhecimento sobre seu corpo, o surgimento e possíveis evoluções de manchas e pintas.

Para isso a regra ABCDE pode auxiliar:

Assimetria: geralmente pintas benignas são simétricas.

Borda: margem irregular ou borrada

Cor: normalmente pintas com uma única coloração são benignas.

Dimensão: pintas maiores que 6 mm de diâmetro devem ter uma atenção maior

Evolução: suspeite de pintas e manchas que crescem e modificam sua coloração rapidamente.

Sinais de malignidade 

  • Lesão que sangra facilmente;
  • Mudança de cor, de tamanho;
  • Coceira na mancha ou ferida que não cicatriza com o tempo.

Prevenção 

Proteger-se e evitar a exposição ao Sol entre as 10h e 16h, utilizar óculos de sol com proteção UV, aplicar e reaplicar protetor solar são medidas que devem ser adotadas diariamente para evitar as chances de adquirir câncer de pele.

Diagnóstico e Tratamento

O diagnóstico precoce é de extrema importância para evitar que as pintas evoluam, o tratamento das pintas na pele varia desde aqueles que não necessitam de tratamentos, os de natureza estética, até o tratamento das que se tornaram um câncer de pele.

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