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Tudo sobre a saúde feminina ginecológica!

saúde feminina ginecológica

O que muda da primeira menstruação para a última? Como é uma vida sexual saudável? Qual o melhor método contraceptivo? Quais exames são necessários em cada idade? Cada uma dessas perguntas (e muitas outras) são respondidas por uma médica ginecologista em suas consultas. Por isso, para que a saúde feminina ginecológica esteja sempre em dia, é fundamental que a mulher siga as orientações da sua ginecologista.

Rotina de saúde feminina ginecológica

A rotina de saúde feminina ginecológica engloba diversos fatores, inclusive as consultas com sua ginecologista. Além disso, é preciso estar atenta aos sinais que seu corpo dá e até à higiene que você realiza.

Por idade/etapa da vida

Durante a vida, as mulheres passam por diferentes etapas em seu desenvolvimento hormonal.
Veja cada uma das principais etapas em que você, mulher, deve procurar um atendimento da sua ginecologista!

Da 1ª menstruação até os 40 anos

A orientação de uma ginecologista deve ter início logo na primeira menstruação e vai acompanhar a mulher até o fim da vida. Isso porque a primeira menstruação de uma mulher marca uma transição na sua vida e representa enormes mudanças físicas, emocionais e hormonais. Por motivos como este que ter a orientação de uma ginecologista pode ajudar as mulheres a entenderem seus corpos.
Vida sexual
É também nessa etapa da vida que a mulher dá início à sua vida sexual. Por este motivo, visitas regulares à ginecologista podem significar uma considerável prevenção aos males que afetam as mulheres por desinformação sobre uma vida sexual saudável.
Informações como:
  • Sexo deve ser prazeroso, não doloroso! Se você sente dor, converse com sua ginecologista sobre a possibilidade de alguma doença lhe acometer nessa esfera e procure o tratamento ideal para si.
  • O uso de camisinha (preservativo sexual) é essencial. Ainda que você faça uso de métodos contraceptivos, não dispense o uso do preservativo. Visto que a camisinha previne a transmissão de ISTs (Infecções Sexualmente Transmissíveis), além de prevenir uma gravidez indesejada.
  • A saúde da mulher está diretamente ligada ao sexo e à autoestima.
  • Alguns remédios podem cortar o efeito da pílula anticoncepcional.
Deixar de falar sobre sexo pode acarretar em eventos como gravidez não planejada, doenças, dores e até depressão. É por motivos como este que a ginecologista deve ser alguém em quem você confie de verdade. Afinal, será com ela que você vai conversar sobre sua saúde ginecológica e sexual.
Gravidez
É também nessa fase da vida que a maioria das mulheres costuma engravidar (entre os 20 e 39 anos). Por este motivo, é essencial que cada mulher faça um acompanhamento regular com sua ginecologista. Assim, com as orientações da ginecologia obstetrícia, a mulher poderá vivenciar a gestação com segurança.
Check-up
Fazer um check-up é sempre necessário. Mas, quando não há histórico de doenças e nem queixas de sintomas, os exames serão voltados para a saúde da mulher como um todo. São feitas desde avaliações clínicas básicas até exames mais complexos. Isso com o intuito de descartar contaminação por ISTs e o desenvolvimento de câncer de colo de útero. Podendo prevenir tais acontecimentos.
O check-up também auxilia as mulheres na decisão do melhor método contraceptivo para si.

Dos 40 aos 50 anos

A partir dos 40 anos, além do check-up geral, é indicado que se faça o exame de mamografia anualmente. Isso porque, a partir dessa idade, as chances de desenvolvimento do câncer de mama aumentam consideravelmente.
Além disso, aumenta também a preocupação com doenças cardiovasculares. Por isso, é recomendado que se faça o acompanhamento com um cardiologista.
Ainda nessa fase, a mulher pode dar entrada no climatério: uma espécie de transição que a mulher enfrenta entre a última menstruação e o começo da menopausa.
“Entrei na menopausa! E agora? O que muda?”
Assim como a primeira menstruação de uma mulher, a sua última também é muito importante. Afinal, o corpo feminino passa por grandes mudanças durante a menopausa.
Sua maior consequência é a perda da capacidade de produzir estrogênio.
O estrogênio é um hormônio responsável, principalmente, pelo ciclo reprodutivo da mulher – como o controle da ovulação, por exemplo.
Com a queda dos níveis desse hormônio, todo o organismo é afetado. Tal como as emoções, a pele, os músculos e até os ossos. E é por isso que a partir da menopausa, muitas mulheres precisam da reposição de cálcio.
Outro detalhe consequente da menopausa é a secura (ou ressecamento) vaginal.
Assim, a partir do check-up, a ginecologista poderá facilitar essa transição.

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Dos 50 em diante

A partir dos 50 anos, a rotina de exames do check-up continua, porém com alguns acréscimos.
Ainda é necessário acompanhar os exames laboratoriais de rotina e as avaliações clínica e ginecológica. Afinal, os riscos de doenças cardiovasculares, câncer de colo de útero e ISTs continuam mesmo depois dos 50 anos.
As orientações passadas às mulheres dessa idade permanecem sendo sobre os riscos de ISTs, vida sexual saudável (no período durante e pós-menopausa), autoestima, etc.
No entanto, acrescenta-se aos exames, a avaliação proctológica com o objetivo de prevenir o câncer de intestino e exames relacionados à osteopenia e osteoporose (como a densitometria óssea).

Rotina de higiene íntima feminina

A rotina de higiene de uma mulher influencia diretamente na sua saúde. Isso porque uma higiene ginecológica mal realizada pode levar à proliferação de fungos e bactérias na região da vagina.
Além da falta de higiene, há casos em que a higiene íntima realizada com duchas que lavam o canal vaginal, comprometem o crescimento dos Bacilos de Döderlein que têm o objetivo de manter o pH da vagina ácido e saudável – protegendo-a dos microrganismos causadores de doenças.
Por isso, ao ter dúvidas sobre o processo de higienização íntima, não se deve ter receio de perguntar à ginecologista.

Métodos contraceptivos: como eles influenciam, na minha saúde?

Quando se tratam de hormônios, com exceção do preservativo, da “tabelinha” e do DIU de cobre, é muito provável que a mulher sinta alterações no corpo. Por exemplo, alguns anticoncepcionais ajudam no controle de acnes, mas outros apresentam o risco de aumento das mesmas.

Algumas das alterações mais comuns são:
  • Ganho ou perda de peso;
  • Aumento ou diminuição de acnes;
  • Redução do fluxo menstrual;
  • Controle do ciclo menstrual;
  • Redução dos efeitos e alterações de humor no período de TPM;
  • Entre outros.
É por esses e outros motivos que, antes de dar início a um uso de método contraceptivo, a mulher deve passar em consulta com sua ginecologista. Assim, ela poderá escolher qual o melhor método para si, a partir de uma escolha bem planejada.

 

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